22.3.09

Vão Ver!

A Micaela integra o Lupa deste mês e vale mesmo a pena ver o trabalho dela.
Ultima apresentação domingo ás 22 horas.

Reservem lugar - Lupa :910902525

24.7.08

3sa to all

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21.12.07

portable lab

Photobucket
@musée précaire albinet, Thomas Hirschhorn, 2004

"become the laboratory by standing still or sitting on the cushion provided. proceed to do nothing relax your posture and attitude and observe whatever comes into experience. that is the experiment. notice specific manifestations of mind as if they were data. repeat as many times as you can this gesture of full presence of mindfulness. the laboratory is now portable and you may carry it with wherever you go. keep track of your findings."


[ Hans Ulrich Obrist quoting Francisco Varela, in "the producers: contemporary curators in conversation", baltic, newcastle, 2000 ]

25.10.07

teresa's gift

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26.8.07

LZ going on going

Aqui continua

em todo o lado a serpente deixa lastro

muda a pele e morde

amigos continuamos a parada

a ver se agora organizamos o desfile

e decidimos o tema e onde mandamos acontecer a festa

beijos muitos pois claro

3a

1.2.07

2 R.

Vou fazer faxina a este corredor e deixar aqui passar uma corrente de ar.

encontramo-nos no pátio mais logo para um chá?

ps. levo bolinhos

26.1.07

Para a Paula


gostava de ter estado contigo, antes de teres ido embora. Sabes a minha ideia até era ir visitar-te em breve e levar-te um vídeo, feito por mim e pelo António com coisas parvas, para nos fazer rir. Sabes, é que como não te acompanhei de perto neste último ano, acho que não tinha noção da evolução da coisa e no fundo acho que não acreditava nesta ideia definitiva de te ires embora, deste modo assim, tão prematuro.

Porque em todos os momentos que tive contigo desde que a tua doença começou te vi a rir e ironizar com a coisa, a assumi-la como ela era, com uma coragem e uma frontalidade extraordinárias, sem lamento nem pena de ti própria.

Tenho ideia de que bastantes anos, no início da nossa amizade, me lembro de te ouvir comentar que achavas que ias morrer nova. Nunca perceberei se de facto era o teu humor negro a falar ou a tua intuição.

É estranho de um momento para o outro não estares aqui. Não tenho dúvida que farás falta no mundo, pelo menos no meu.

Lembro-me de tantos momentos, tempos e ocasiões contigo. E de todos eles tenho boas recordações e uma sensação de dinâmica, um simples acreditar que valia a pena estar vivo.

Ver-te dançar ou falar contigo era às vezes de uma força incrível. Houve sempre qualquer coisa em ti que me lembrava imagens ou palavras como: pés descalços na terra e ancestralidade.

Ouço os godspeedyoublackemperor em tua homenagem.

Obrigado Paula.

Foi um prazer ter-te conhecido.
Sorte a minha porque fizeste parte da minha vida!

Até um dia

Teresa P.

25 Janeiro 2007

22.1.07

Vou Ao Teu Lar

Performance
Para mim


Um quarto de hotel, uma cama, três pessoas, um caderno escrito, uma máquina de filmar, uma mão desenhada, três bolos de aniversário, três velas, canções, assobios, sorrisos, patins em linha, coreografias, abraços, prendas, muitas coisas frágeis e o silêncio. Finalmente fui espectador do 'Vou A Tua Casa'. Não tive palavras. Não tenho palavras. Acho que nunca terei. Foi muito bom. Obrigado Teresa e Maria por um dia de não-aniversário tão cheio de vida dentro.
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[ torres vedras, novembro 2006 ]

Questionário

21.10.2006
Por mail

Olá Teresa! Amanhã vou telefonar-te, mas antes queria responder-te a este mail, pois de repente apeteceu-me responder ao teu questionário. Pode ser que sirva para alguma coisa. Desafiava-te a responderes também, se é que já não o fizeste...

TP: Descreve a tua paisagem de eleição (não interessa se já a viste ou não).
RNC: A minha paisagem de eleição é o deserto: de gelo, de areia, de mar, de ar. Tenho um fascínio pelo vazio e pela infinitude, apesar de me considerar uma pessoa carregada de coisas e excessiva por natureza.

TP: Descreve um momento perfeito (não interessa se já o viveste ou não).
RNC: Estar com a pessoa que amo a estupidificar em frente à televisão, a comer porcarias e a fazer "festinhas" um ao outro... Hehehehe.

TP: Qual é a qualidade que mais admiras num ser humano?
RNC: Sem dúvida nenhuma, a inteligência (nos seus variados sentidos, ou seja, não me refiro à quantidade de conhecimento, mas à qualidade do mesmo).

TP: Qual o defeito que mais te incomoda num ser humano?
RNC: Sem dúvida nenhuma, a estupidez (nos seus variados sentidos, ou seja, não me refiro à falta de conhecimento, mas antes à falta de cultura, duas coisas completamente diferentes...).

TP: Qual o teu maior medo?
RNC: Cair no ridículo.

TP: O que me gostarias de dizer sobre ti?
RNC: Que gosto muito de pessoas.

TP: Diz-me uma obra de arte (performática, plástica, musical...) que te tenha levado a sentir/pensar coisas indescritíveis. E porquê?
RNC: O "Do It Yourself", apresentado no Capitals em 2003, obra criada por Pedro Penim, André e. Teodósio, Catarina Campino e Mónica Guerreiro. Pelo vazio total e pelo preenchimento total por parte do espectador, eu. Senti-me dono da obra e simultaneamente assumi aquilo como um presente. Uma obra carregada de questões e ao mesmo tempo um acto de profunda generosidade e de risco.

TP: Qual a forma geométrica que mais gostas?
RNC: O círculo.

TP: Qual a parte do corpo que mais gostas? Porquê?
RNC: Gosto do meu tronco, porque se consegue perceber o desenho dos músculos, embora seja algo muito subterrâneo, quase imperceptível...

TP: Qual a parte do corpo que mais te fascina no corpo do outro?
RNC: O rosto, o pescoço, as mãos, o tronco, o sexo... Tantas partes...

TP: Se pudesses, agora, estavas onde?
RNC: Em Berlim.

TP: O que sentes que faz mais falta no mundo?
RNC: Coragem.

[ questionário enviado por mail no dia 12 de Outubro de 2006 ]

Estamos aqui

e estamos vivos!

21.1.07

Opening

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Alguns dos princípios da 'Life Zone':

1. Na 'Life Zone' não há limites geográficos nem temporais; 2. Um potencial habitante da 'Life Zone' é aquele que está disposto a incorporar uma nova atitude estreitamente ligada com aquilo a que designamos de intuição; 3. A 'Life Zone' é um espaço potencial para a corporização do desejo; 4. A 'Life Zone' é imprevisível; 5. Na 'Life Zone' o principal comércio é sinergético; 6. A 'Life Zone' é festiva; 7. Na 'Life Zone' os habitantes é que se criam a si próprios e, por consequência, o momento; 8. A 'Life Zone' sempre existiu e existirá; 9. A 'Life Zone' torna-se visível ou invisível e só depende dos olhos de cada um.


Maria Lemos / Rogério Nuno Costa / Teresa Prima